isso é bem normal. Mas vendo a foto desse "Super Trailer" de 100m2
e 2 andares do ator Ashton Kutcher, ah meu amigo, levava minha mulher
e meu futuro herdeiro para morar em um desses, sem pensar 2 vezes!
acesando esse link para o Gizmodo Brasil

Amigos Leitores, em ótima dica de post,
Nesse ótimo post, cujo original reproduzo para vocês aqui no DTUP e foi retirado do ótimo Site Meio Bit, vocês irão poder saber um pouco mais sobre a relação que existe entre o IPAD de MR Steve Jobs e o todo poderoso chefão da ORACLE MR Larry Ellison (o anti tio BILL eterno).No final dos Anos 90 a Internet já era uma realidade, mas a maioria das pessoas (e do Mercado) a via apenas como uma forma de interligar computadores, uma espécie de rede telefônica; burra, sem nenhuma inteligência no meio. Ellison percebeu que se parte da inteligência fosse colocada em servidores, você não precisaria de tanto poder de processamento nas pontas, e que o uso normal da maioria das pessoas se encaixava perfeitamente no conceito de aplicações pequenas, baixadas remotamente, sob demanda.
Infelizmente a idéia –o Network Computer- era excelente mas a plataforma escolhida –Java- nunca teve a performance desejada, e as conexões da época eram lentas demais, banda larga ainda era um luxo para a maioria das pessoas.
Mais de uma década depois, o sonho de Larry Ellison se torna realidade. O foco foi desviado de máquinas mais e mais poderosas (exceto para gamers) e a portabilidade se tornou suprema. Netbooks estabilizaram em um padrão de performance, o essencial é conectividade. É perfeitamente viável utilizar um netbook + um monitor decente como estação de trabalho, se o seu uso for essencialmente web e Office.
O conceito não pára aí. Como Ellison havia sugerido, o processamento está migrando para servidores. Chegou-se a um consenso onde nem temos terminais burros nem PCs ociosos. Um navegador parrudo, uma boa aplicação na nuvem (Office WebApps, Google Docs, Flickr, Wordpress,etc) e temos o melhor dos dois mundos. O que falta para a portabilidade total de dados é a conexão ultra-rápida. Feito isso, não teremos mais nossos dados em HD, não fará sentido.
Recapitulando: Todas as tendências apontam para PCs domésticos de desempenho razoável, com grande conectividade, portabilidade, excelentes para navegação web. De preferência um equipamento de baixo custo, mas não tão barato que não permita um jogo eventual ou aplicações 3D.
Olhe aqui o seu PC de 3 anos no futuro:
Se não for seu, será o de sua mãe.
De resto, antes que comece o mimimi de que não faz sentido uma máquina que praticamente só acessa web, lembre-se do Chrome OS.
Amigos Leitores, vocês já devem ter ouvido falar que aO preconceito com a falta de cor não está sendo realmente significativo, as pessoas pelo visto perceberam que todos os livros de adulto são em preto-e-branco. Mesmo assim leitores coloridos já estão aparecendo também.
Mesmo empresas não muito dadas a inovação, como a RCA, apresentaram modelos. A estrutura de pegar carona em redes 3G está sendo replicada, e quando um de meus amigos menos geeks ganha da namorada igualmente não-geek um Kindle, e gosta, tenho que reconhecer que “inclusou”.
O modelo acima tem excelente resolução, 1600x1200, tela de 29,2cm, ridículos 6,8mm de espessura, uma semana de bateria, WIFI, 3G, 4GB de memória, slot para cartão SD, alto-falante, entrada de headphone, etc, etc, etc. É um Skiff, ainda não tem preço definido.
Vale a pena comprar?
Não.
Os preços ainda estão inflacionados pelo hype da novidade. Os mais baratos custam US$250,00. A estrutura ainda está muito amarrada aos vendedores, formatos proprietários imperam e a própria questão da propriedade intelectual não está bem resolvida.
Ano passado a Amazon fez algo impensável, e com o pior título possível: Após um imbroglio com os detentores do Copyright, assumiu uma postura Big Brother e apagou remotamente dos Kindles dos usuários cópias vendidas de 1984.
A medida horrorizou todo mundo, resultando em um pedido de desculpas de Jeff Beezos onde a medida foi chamada de estúpida e impensada. Só que o que ela fez foi mostrar que o Rei está nu, que embora tenhamos pagado por por eles, os livros legalmente adquiridos não são necessariamente nossos.
Não consigo conceber uma livraria invadindo minha casa para retomar um livro vendido por engano, então não concebo isso sendo feito eletronicamente.
Portanto, em vista de tudo isso acho melhor esperar.
Esperar por uma política de preços menos baseada no hype e mais baseada no valor real dos produtos. Não faz sentido um leitor de eBooks custar o mesmo que um netbook completo.
Esperar por uma maior unificação de formatos e lojas. diminuindo a dependência dos vendedores originais. Ninguém compraria um Dell que só funcionasse (ou funcionasse nitidamente mais adequadamente) com programas comprados no lojinha da Dell. Por quê comprar um leitor de ebooks que só é realmente amigável com uma loja?
Esperar subsídios reais para aceitar situações como as do parágrafo anterior. Se é para me prender à loja, que banquem a parte do leão.
Esperar a chegada definitiva dos modelos coloridos, que com certeza já existem em laboratórios, mas estão sendo retardados para aproveitar o interesse que já existe nos modelos monocromáticos.
Pode parecer estranho pregar paciência para uma tecnologia tão reconhecidamente útil e satisfatória como ebooks, mas é exatamente por isso que o estou fazendo. Acredito que eReaders serão tão fundamentais e presentes em nossas vidas, em um futuro próximo, que devemos pressionar fabricantes atrás dos melhores modelos possíveis, não dos melhores que estão dispostos a liberar no momento.
Amigos Leitores, paradinha rápida no serviço, apenas para postar para vocês um link muito legal da MS com transmissão ao vivo com testes e outras coisas mais sobre o Windows 7.
Amigos Leitores, esse post nasceu de uma conversa com nosso grande Colaborador Wilson, onde o mesmo me dizia ter visto no twetter, comentários sobre uma propaganda para a Faculdade IESB que tem como "estrelas" o Alfinete e o Zina do Panico na TV.
Amigos Leitores, segundo nosso Colaborador Wilson,
Amigos Leitores, Boa Tarde!

Ponto pra Positivo (sem trocadilhos) hoje: foi primeira fabricante local a anunciar novos lançamentos com Windows 7 e, poxa vida, o novo Mobo Black é um dos netbooks mais legais do mercado.
Porque o Mobo Black é bacana: teclado confortável e quatro configurações (a topo de linha é incrível), todas com Intel Atom N270, Wi-Fi, Ethernet, webcam e microfone, bateria de 3 células (autonomia de 2,5 horas) e 1,1 kg de peso:
- Mobo Black 3010: Linux, 1 GB de RAM, 160 GB de HD. Preço sugerido: R$ 999.
- Mobo Black 3020: Windows XP Home, 1 GB de RAM, 160 GB de HD. Preço sugerido: R$ 1.099.
- Mobo Black 3060 e 3070 3G: Windows 7 Starter, 2 GB de RAM, 320 GB de HD, duas baterias (a original + uma de 6 células com autonomia de 5,5 horas). O 3070 3G, como o nome diz, tem modem 3G integrado. Preço sugerido: R$ 1.399 (3060) e R$ 1.699 (3070 3G).
Para variar, o acabamento do Mobo Black é feito no temível-marcador-de-dedos Black Piano (sim, tem uns risquinhos no acabamento, é proposital):

E o teclado é bem bacana:

Além do Black, a Positivo lança o seu “Netbook Vivienne Tam” sem a “Vivienne Tam”, quer dizer, o Mobo Red (foto de divulgação porque a minha ficou muito ruim):

O bom do Mobo Red é que, apesar do foco no público feminino, não é tão “para meninas” como o Vivienne Tam da HP. Configurações: tela de 10″, Windows 7 Starter, Intel Atom N270, 2 GB de RAM, 120 GB de HD, Wi-Fi, Bluetooth, Ethernet, webcam e microfone, bateria de 4 células (autonomia de 3 horas) e teclado “slim” (achei o teclado esquisito, num estilo MacBook Pro invertido, com teclas brancas e fundo preto). Preço sugerido: R$ 1.499.
Vale falar dos velhos e bons notebooks novos da Positivo também: duas linhas novas matam de vez o drive óptico, a Aureum e a Platinum.

O Aureum (HP Pavillion feelings, foto acima) é o modelo “lindo e básico” da Positivo. Serão oito configurações distintas com processadores de baixo consumo da Intel (Pentium ou Celeron) e preços sugeridos que vão de R$ 1.699 (modelo mais básico) a R$ 2.599 (com 3G e Pentium de 1,3 GHz).
E, finalmente, o Platinum (MacBook Air/Dell Adamo feelings), o topo de linha e primeira máquina realmente ultrafina da fabricante paranaense:


A tampa do Platinum é emborrachada e o bicho tem 2,2 cm de espessura, com tela LED de 13,3″, processador Intel Core 2 Solo ULV SU3500 (1,4 GHz, FSB 800MHz, 3MB Cache L2), Windows 7 Premium, disco rígido de 120 GB, 3 GB de RAM, acesso à rede wireless integrado (802.11b/g/n), Gigabit Ethernet, Bluetooth, leitor de impressões digitais, webcam de 1,3 megapixel e modem 3G integrado. Preço sugerido: R$ 3.799.
As novas máquinas da Positivo começam a chegar às lojas a partir de 22 de outubro, data de lançamento do Windows 7. O Mobo Black só sai em novembro.
É isso mesmo Amigos Leitores, esse post éO bruxinho camarada, amigo da bruxinha que era boa mas de menor e a gente não podia dizer está preparando uma aquisição que balançará o mercado mundial, comprando por um valor ainda não determinado calculado ou sequer chutado a Microsoft, gigante com braços espalhados nas mais variadas áreas, de ERP a entretenimento.
A aquisição trará profundas consequências para Hogwarts, que terá sua coleção de livros digitalizada e disponibilizada em Tablets mágicos rodando Windows. (onde está a magia? Ora, eles funcionam).

Lorde Voldemort já foi comunicado de seu afastamento, Steve Ballmer já cumpre muito bem a função de criatura maligna poderosa e assustadora.
Quer dizer, essa é a versão que faz sentido da manchete HP comprará Microsoft, que saiu no Decision Report.
Se Donald Feinberg, chairman do Gartner Group e autor da afirmação estapafúrdia acima está certo, vamos ver a Hewlett-Packard comprando a Microsoft, o que fica complicado, levando-se em conta estes números de 2008:
Como alguém que tem:
HP:
Receita Total: 118 bilhões de dólares
Custo Operacional: 89 bilhões de dólares
Lucro Bruto: 28 bilhões de dólares
Compra alguém assim?
Microsoft:
Receital Total: 60 bilhões de dólares
Custo Operacional: 11 bilhões de dólares
Lucro Bruto: 49 bilhões de dólares
Só por mágica, diria eu, então minha previsão de qual HP comprará a Microsoft está certa.
Amigos Leitores, parece que a Telefonica não anda dando muita sorte
Amigos Leitores, segundo noticia postada no Site Baboo, a empresaA Oi anunciou hoje o lançamento de seu novo serviço de acesso à web pro banda larga chamado Oi Velox Ultra. De acordo com a operadora, o serviço oferecerá velocidades de até 100 mega e estará disponível inicialmente já a partir do próximo dia 14 de setembro em Olinda, Recife e Jaboatão dos Guararapes.
Além da velocidade de 100 mega, o serviço também oferecerá velocidades de 14, 20, 40 e 60 mega. As velocidades superiores a 20 mega visam principalmente o uso em empresas.
Para conseguir oferecer o Oi Velox Ultra, a operadora investiu no uso das tecnologias ADSL2+, VDSL2 e em fibra ótica.
De acordo com a Oi, o serviço será disponibilizado em outras regiões até o final deste ano.
Vídeo com o anúncio do lançamento do serviço:
Amigos Leitores, nosso Colaborador Wilson, o cara
Agora é a última postagem mesmo!A ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica) aprovou hoje, 25 de agosto, o conjunto de regras para o uso da tecnologia PLC (Power Line Communications) no Brasil.
A tecnologia permite que o acesso à internet através da rede de energia elétrica. Além do acesso à web, a tecnologia também permite a implementação de TV por assinatura por parte das operadoras.
Mesmo com a aprovação das regras pela agência, isto não significa que os serviços já estarão disponíveis imediatamente. Isto dependerá das distribuidoras e, de acordo com as regras do setor de energia elétrica, as concessionárias (como a Eletropaulo, por exemplo) só poderão distribuir a energia e não o acesso à web.
Outro destaque da tecnologia PLC é que ela ajudará a ampliar a inclusão digital, já que o número de residências brasileiras que possuem energia elétrica é maior do que as que possuem telefone. Isto permitirá que mais pessoas com PCs em casa tenham o acesso à internet.
A rede de energia como infraestrutura de telecomunicações: A tecnologia PLC pode revolucionar as comunicações e a inclusão digital brasileira.
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A Internet está se tornando, de forma crescente, uma ferramenta vital em nossa sociedade da informação. A cada dia, mais pessoas buscam se tornarem “conectados”, a fim de poderem conduzir, de forma mais simples, rápida e prática, atividades diárias tais como transações bancárias, correspondência pessoal (e-mails), pesquisar novas informações e compras. A cada ano, a obtenção de avanços econômicos, educacionais e sociais fica mais dependente de se estar digitalmente conectado.
Portanto, pessoas que não possuem acesso a estas ferramentas estão atualmente em grande desvantagem em relação àquelas que já usam a Internet para desenvolver várias de suas atividades diárias.
Dessa forma, aumentar o nível de inclusão digital - pelo aumento do número de brasileiros usando ferramentas tecnológicas da era digital - é um objetivo vital e de importância nacional e estratégica.
A economia digital está movendo o País para uma maior prosperidade. O objetivo da inclusão digital é buscar que todos os brasileiros (ou pelo menos a grande maioria deles), independentemente de idade, sexo, renda, raça, origem étnica, nível de excepcionalidade ou localização geográfica, ganhem acesso às ferramentas e habilidades tecnológicas necessárias na nova economia.
Os Governos Federal, Estadual e Municipal, vêm desenvolvendo iniciativas diversas, visando reduzir a exclusão digital e promover uma crescente participação da população menos favorecida na economia digital. A maior e principal iniciativa em andamento tem sido voltada para a inclusão digital das escolas públicas dos níveis fundamental e básico.
Os Programas GE SAC, PC Conectado e Casa Brasil, são algumas das últimas iniciativas em discussão no Governo Federal, que objetivam a ampliação da inclusão digital, particularmente nas áreas de educação, saúde e governo eletrônico (e-gov).
Entretanto, apesar destas iniciativas, o Brasil ainda está longe de poder garantir a inclusão digital dos brasileiros. A tabela abaixo mostra a evolução do número de brasileiros que tem telefone e acesso à Internet, nos últimos anos.
(Fontes: Teleco e IBGE)
Crescimento do Nº. de Acessos à Internet no Brasil
(Banda Larga e Totais)
ANO | Nº. linhas telefônicas fixas em operação (LT) (mil) | Nº. Acessos Internet (AI)(mil) | Nº. Acessos Internet Banda Larga (AIL)(mil) | Dens. Telef. (nº.tel./ 100hab) (%) | Dens. Acessos Internet (acessos/ 100 hab) (%) | AIL/LT (%) | AIL/AI (%) |
| 2002 | 38.800 | 14.300 | 700 | 21,99 | 8,10 | 1,80 | 4,90 |
| 2003 | 39.200 | 16.000 | 1.200 | 21,90 | 8,94 | 3,06 | 7,50 |
| 2004 | 39.500 | 18.200 | 2.260 | 21,75 | 10,02 | 5,72 | 12,40 |
| 2005* | 40.000 | 20.930 | 4.210 | 21,70 | 11,35 | 10,52 | 20,11 |
* estimado
Como podemos observar, atualmente cerca de 10% da população brasileira tem acesso à Internet, mas apenas 12% destes, ou seja, 1,2% da população, tem acesso a banda larga, muito embora estima-se chegar a 2% da população com banda larga até o final de 2005.
Estes índices mostram uma situação muito crítica para a inclusão digital brasileira, apesar de, em termos quantitativos, o Brasil estar comparável a outros países desenvolvidos. Segundo a UIT, em 2003 o Brasil era o 11º no mundo em número de usuários de internet, o 5º em número de Hosts (servidores) e o 10º em número de PCs no mundo. Nas Américas, o Brasil se colocava em 3º. lugar, atrás apenas do Canadá e dos Estados Unidos. (Fonte: UIT 2003)
No entanto, a inclusão digital só será verdadeiramente atingida com o acesso banda larga, situação na qual o usuário poderá acessar amplamente os recursos da Internet. Além disso, o acesso banda larga também é importante para a viabilização de novas tecnologias, como VoIP.
Neste sentido, a situação do Brasil é muito crítica, notadamente quando comparada a Países do Primeiro Mundo, conforme mostrado acima. Os números de acesso à Internet mostrados na Tabela acima não são oficiais, por não existir uma fonte que pesquise sistematicamente o número de usuários de internet no Brasil. O último número publicado pela UIT e que é adotado internacionalmente, é o de 2002 e que apontava a existência de 14,3 milhões de usuários.
Utilizando-se dados do IBGE (PNAD) e também do Ibope/netratings, verifica-se que, ao contrário do número de acessos banda larga, o número de usuários domiciliares de internet no Brasil manteve-se estável em 2004. Observa-se, pois, uma tendência à estabilização no número de acessos à Internet em torno de 10-12%, enquanto ainda cresce o percentual de usuários com acesso banda larga.
Este crescimento no número de acessos banda larga vem ocorrendo particularmente em virtude das contínuas reduções nos preços destes acessos. Divulgações de resultados de pesquisas recentes mostram que 53% dos internautas com acesso discado estão dispostos a adquirir serviços banda larga, mas 71% destes apontam que os custos destes serviços estão muito acima do desejado.
Dados levantados pela Pesquisa Nacional por Amostragem Domiciliar (PNAD), da Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), de 2001, mostravam que dos 46,5 milhões de domicílios do País com serviços e bens duráveis (quadro que muitos denominam de inclusão eletroeletrônica): a) 96% deles têm iluminação elétrica; b) 89% têm televisão; c) 88% têm rádio; d) 85,7% têm geladeira; e) 58,9% têm telefone; f) 12,6% têm computador; g) 8,6% acessam a internet.
Vemos, pois, que a rede de energia elétrica tem uma capilaridade quase absoluta, atingindo 96% dos domicílios brasileiros (estimativas de 2002 apontavam cerca de 99% dos domicílios brasileiros com luz elétrica).
A tecnologia PLC (Powerline Communication), que apenas nos últimos anos vem tendo aplicações e usos disseminados a nível mundial, caracteriza-se como uma tecnologia de Rádio Frequência (RF) que utiliza a rede elétrica de distribuição (tipicamente as redes de média e baixa tensão) como meio de transporte para a transmissão de dados em alta velocidade.
A situação atual da tecnologia PLC e, em especial, dos produtos já disponíveis para uso no mercado, pode ser assim resumida:
Em uma arquitetura típica na baixa tensão, é instalado um equipamento denominado ´Head End´ ou ´Mestre´ (Master) em algum ponto da rede de baixa tensão, em geral próximo ao transformador que alimenta esta rede. Este equipamento Mestre faz interface entre o ´backbone´ de dados disponível com os modems PLC instalados em qualquer tomada interna dos usuários. Toda a rede de baixa tensão transforma-se assim numa grande rede local com taxas de até 200Mbps.
Somente na rede de baixa tensão já se pode propagar os sinais digitais por distâncias de até 1,5 km com a tecnologia PLC, sem uso de repetidores. Ao estar dominada a propagação pela rede de média tensão, em breve, esta distância poderá superar os 5 km.
Diversas experiências já foram realizadas no Brasil, no sentido de se avaliar as potencialidades da tecnologia PLC para transmissão de voz e dados pela rede elétrica. As concessionárias Eletropaulo (São Paulo, SP), CELG (Goiânia, GO), CEMIG (Belo Horizonte, MG), COPEL (Curitiba, PR) e Light (Rio de Janeiro, RJ), fizeram experiências piloto, todas com sucesso.
Em 2004 a FITec Inovações Tecnológicas, em conjunto com a CELG, Eletropaulo e APTEL (Associação de Empresas Proprietárias de Infra-estrutura e Sistemas Privados de Telecomunicações), também desenvolveu várias experiências com sucesso, incluindo serviços de acesso à Internet e transmissão de dados e vídeo.
A experiência mais recente, ainda em operação, denominada Projeto Barreirinhas, consistiu na implantação de uma ‘Ilha Digital’ na pequena localidade de Barreirinhas (MA), interligando escolas, prefeitura, postos de saúde e centro de artesanato à Internet, via rede elétrica, com a tecnologia PLC.
Instalada em em tempo recorde, usando integralmente infraestrutura de rede elétrica já existente, e acesso à Internet através de antena GE SAC disponível no município, este Projeto trouxe um reconhecido avanço tecnológico, educacional, social e econômico ao município de Barreirinhas, em apenas alguns meses, comprovando a potencialidade da tecnologia PLC.
Em todas estas experiências ficou evidente a simplicidade e rapidez com que se pode ‘iluminar’ uma região, através da rápida instalação dos equipamentos na rede elétrica já existente.
Cabe ressaltar, neste aspecto, a grande capacidade de capital intelectual hoje instalada nas concessionárias de energia do país , distribuída de forma capilar e universal, preparada para a prestação de serviços de diversas naturezas, que operam uma extensa rede física de energia, mantendo nível de serviço de alta disponibilidade.
Estas equipes, de alto grau de profissionalismo, com um pequeno treinamento adicional, estariam capacitadas à instalação e manutenção de serviços de infraestrutura ‘digital’ sobre esta mesma rede.
A idéia chave que a tecnologia PLC faz nascer na mente dos que se vêm continuamente envolvidos em dar solução à complicada equação da ampliação de serviços em regiões de difícil retorno econômico é aquela sintetizada na expressão ‘compartilhamento de infraestrutura’. Ou seja: utilizar ao máximo o potencial daquilo já investido para poder alcançar maior abrangência de atendimento. Já se chegou a isto no reuso dos postes. A proposta é agora chegar aos fios e até mesmo à tomada de energia elétrica.
Visto deste ângulo, o desafio, este menos tecnológico do que da adoção de uma estratégia para o país, é inverter a equação e, partindo do ‘mercado’ potencial, ou seja, do percentual de brasileiros que se objetiva estarem ‘conectados’ num determinado horizonte, estabelecer metas de custo e propiciar o deslanche do sabido ‘ganho de escala’ que a indústria eletrônica propicia. Só faltam os equipamentos pois, todo o resto está presente: a rede, que os equipamentos tratarão de adaptar, e a capacidade de prover e operar o serviço básico de infraestrutura de transporte digital, já existente nas concessionárias de energia.
A FITec, juntamente com a APTEL, tem trabalhado intensamente, objetivando criar esta oportunidade para o país. Recentemente coordenou proposta de parceria com a Comunidade Européia, colocando o Brasil como o único país fora da Comunidade Européia para integrar o projeto OPERA (“Open PLC Euroepan Research Alliance”) – projeto no âmbito do programa “Broadband for ALL”, das Tecnologias para a Sociedade de Informação (IST) das atividades de pesquisa da Comunidade Européia.
O projeto OPERA, no período 2002-2006 tem por objetivos desenvolver uma nova geração da tecnologia PLC (Power Line Communication) como uma alternativa de acesso para os serviços de telecomunicações (utilizando a rede elétrica de baixa tensão como meio de transmissão), de forma a permitir o acesso Banda Larga para todos os cidadãos europeus a custos acessíveis, até 2007.
Este projeto prevê uma análise de todo o sistema de telecomunicações, considera também os aspectos econômicos e regulatórios relacionados com a tecnologia e envolve 35 entidades entre concessionárias de energia, fabricantes e fornecedores de tecnologia, universidades, reguladores e operadoras de telecomunicações. O orçamento previsto para o período 2004/2006 é de 20 milhões de Euros dos quais 9 milhões financiados pela União Européia.
A tecnologia PLC está madura, as redes elétricas estão disponíveis, as principais concessionárias do país estão capacitadas a iniciar a implantação de ilhas PLC em suas regiões. O que falta para a explosão destas experiências?
Apenas a definição do modelo de negócios para a prestação de serviços PLC, ou seja, do sistema de prestação de serviços (forma de exploração dos serviços) e do modelo tarifário. Definidas estas questões, nada segura essa tecnologia, que representa o verdadeiro “unbundling” definido e ansiado pelas Agências Reguladoras de Serviços.
Os fatos acima, o grande número de atividades e experiências em andamento em todo o mundo, inclusive no Brasil, com a tecnologia PLC, os resultados já obtidos com esta tecnologia, as potencialidades da rede PLC para novos serviços e, sobretudo, as grandes possibilidades desses serviços poderem ser prestados a preços significativamente inferiores aos atuais, notadamente em virtude dos avanços da eletrônica e, sobretudo, por utilizarem infraestrutura de rede já instalada e de capilaridade universal, permitem a inclusão da tecnologia PLC dentre aquelas com mais amplas possibilidades de revolucionar as comunicações e a inclusão digital brasileira, em futuro muito próximo, a conferir.


| Expert |
Fabricante: GradientePaís: Brasil Linha: MSX Compatibilidade: MSX-1 (National - Japão) Ano de lançamento: Dez/1985 Processador: Z80 A, de 8 bits Clock: 3,58 MHz Memória RAM: 64 Kbytes Memória ROM: 32 Kbytes Modelos: 1.0 (XP-800), 1.1 (GPC-1), Plus, DD Plus
O Expert da Gradiente e o Hotbit da Sharp foram os dois representantes da linha MSX no Brasil. A CPU do Expert é o processador Z80 A de 8 bits, que opera em conjunto com dois processadores auxiliares, dedicados a vídeo e áudio. Essa arquitetura era considerada a mais avançada na área de 8 bits. O gabinete dos modelos 1.0 e 1.1 era na cor grafite, nos modelos DD e DD Plus a cor passou para preto. O Expert tinha 80 Kbytes de memória RAM, 16 Kbytes são para vídeo e os outros 64 Kbytes eram distribuídos em 4 páginas (0 a 3) de 16 Kbytes de memória. Nas páginas 0 e 1 estavam a ROM e o interpretador BASIC. O Expert utilizava aproximadamente 4 Kbytes do restante da memória para armazenar variáveis para o seu funcionamento. Os 28 Kbytes de memória restante eram para uso do usuário. A memória RAM podia ser expandida para até 256 Kbytes, por meio de cartuchos. A ROM, de 32 Kbytes, continha o sistema operacional e o interpretador MSX-BASIC (identico ao utilizado nos micros compatíveis IBM/PC). O Expert tinha como linguagem de programação residente o Assembler Z80, MSX-BASIC e o DISK-BASIC (ambas as versões do BASIC eram extremamente poderosas e cheias de recursos). O Expert tem 3 maneiras diferente de funcionamento:
O Expert deixou de ser fabricado pela Gradiente em 1990.
O padrão MSX-1 impunha a existência de 4 tipos de tela: Quando o micro é ligado, assume a SCREEN 0. Os caracteres do MSX são definidos em uma matriz de 8x8 pixels.
A Gradiente desenvolveu para o Expert toda uma família de periféricos. O monitor de vídeo monocromático MM12, joystick JS-1, gravador data-corder DR-1, modem TM-1, adaptador de TV TA-1 entre outros. O Expert se transformava em um terminal de videotexto (Telesp) e Cirandão (Embratel) mediante a inserção de um cartucho TM-1. O TM-1 era formado por um modem de 1.200/75 bauds e interface serial, discador telefônico, conector de entrada e saída padrão RS-232C, programável de 50 a 19.200 bauds. Na parte frontal tem dois encaixes onde são conectados os cartuchos (cartridge A - slot 1, cartridge B - slot 2) onde pode-se encaixar memória pré gravada, expansões ou interfaces de periféticos. Na parte esquerda encontra-se dois conectores para joysticks (fabricação própria ou qualquer outro padrão Atari) ou mouse. No lado direito, o drive de 3,5 polegadas (na versão DD Plus). O padrão MSX, ao ser estabelecido, escolheu o disco de 3,5 polegadas (720 Kbytes) como padrão, pois dava a melhor razão custo/benefício em relação à confiabilidade e a quantidade de informação armazenada. Porém, o drive mais popular à época era o drive de 5 1/4 polegadas (360 Kbytes), era possível utilizá-lo através de uma interface externa (tipo cartucho) conectada a um dos slots. O acionador assumia os drives A/B, devido à prioridade dos slots A e B sobre o slot interno onde se encontra a interface de disco do drive de 3,5 polegadas, que funcionava como C/D. Na versão Expert DD Plus, lançado em 1989, tinha um drive de 3,5 polegadas embutido no gabinete. A formatação do MSX era identica à do IBM/PC, e esta característica permitia a troca de informações entre essas linhas. Na parte traseira da unidade central, ficam as saídas para acoplamento de periféricos como vídeo RGB e monocromático, impressora paralela padrão Centronics, data corder (gravador) e áudio entre outras. A Gradiente oferecia uma interface opcional para comunicação que acoplava até oito diferentes expansões, inclusive um modem, com isso, era possível o acesso a banco de dados públicos, como o Cirandão, da Embratel. A Gradiente parou de fabricar o Expert em 1990. |