milhares numa marcha evangélica, centenas numa marcha
pró maconha, mas que não se mobiliza contra a corrupção? "
Vendo o Blog Tendências da Super Interessante, me deparei com um post muito interessante que reproduzo para vocês agora. O post fala de uma empresa, chamada Demand Media, que produz material jornalistico, reportagens, editoriais, mas com um diferencial, que é o modo como o qual essa matérias são produzidas. Vale muito dar uma lida no texto do post por inteiro, principalmente para quem gosta do bom jornalismo, para ver onde o mesmo pode parar caso a forma de trabalho da Demand Media, venha a ser copiada em longa escala. Clique para ler a postagem completa e confira! Abraços!

Sabendo que a cada dia mais e mais casos de pedofilia aparecem nos noticiários, não é mais que o nosso dever prestigiar e divulgar campanhas on line que alertam para esse e outros perigos e ajudam a preveni-los.
Amigos Leitores, segundo a Revista Época, Malu Magalhães é uma das personalidades influentes entre as "Mulheres que Dominam o Mundo", no caso dela, no segmento sobre Artes e Espetáculos!
Amigos Leitores, a famosa Revista Forbes, divulgou a lista anual dos Bilionarios do Mundo. Meu nome não aparece na lista, só por isso, vejo que esta é uma pesquisa forjada por uma meia dúzia de gatos pingados que acham que por ter um pouco mais de dinheiro que eu, podem comprar uma publicação tendenciosa como essa "Forbes" e publicar essa lista que é tão verdadeira como o pessoal do IBOPE entrevistando pessoas pelas ruas, vocês nunca viram, mas acreditam na pesquisa! Brincadeiras a parte, há muito leio sobre o Sr Eike Batista e sua incansável busca pelos bilhões, mas juro que fiquei espantado, ao saber que Eike, que até pouco tempo não figurava nem entre os 50 bilionários do Brasil, hoje é o 8o no Ranking Mundial segunda a Lista da Forbes, com fortuna avaliada em US$ 27 Bilhões. Só para se ter uma idéia, o 2o Brasileiro da lista, é Jorge Paulo Lemman, da InBEV, que apesar de seus US$ 11,5 Bilhões, é "apenas" o 48o no Ranking Mundial. A lista completa tem 18 Brasileiros, que faz do Brasil o país com maior número de Bilionários da América Latina.
Há algum tempo atrás, Amigos Leitores, eu lia uma reportagem que dizia e exlicava os motivos e as vantagens de se investir na marca"RONALDO". Lembro que até me assustei com os números e o tempo de retorno, bem curto, para qualquer marca, produto, começar a ver os resultados após o investimento no R9.Nesta terça-feira o Corinthians recebeu a banda inglesa Coldplay no treinamento realizado no Parque São Jorge. A visita dos músicos confirma a tendência de personagens ilustres que fazem questão de parar no clube, principalmente após a volta do atacante Ronaldo ao Brasil.
Em 2009, o time conheceu o ator australiano Hugh Jackman, que dá vida a Wolverine nos filmes X-Men. No mesmo ano, o cartunista Maurício de Souza passou pelo Parque São Jorge, e a delegação alvinegra esteve com o presidente Lula em duas ocasiões.
Já em 2010, em menos de três meses os jogadores do Corinthians foram anfitriões de dois famosos: o piloto Rubens Barrichello e o Coldplay. Relembre os principais visitantes que passaram pelo Corinthians:
| Coldplay Em turnê no Brasil, três integrantes da banda inglesa Coldplay aproveitaram a manhã livre antes do show na capital paulista e estiveram no Parque São Jorge para conhecer o atacante Ronaldo. Eles foram até o gramado, vestidos com a camisa do clube, e arriscaram toques de bola com Ronaldo, William, Paulo André e Edu. | |
| Hugh Jackman (Wolverine) O ator australiano, que interpreta um dos personagens mais famosos das histórias em quadrinhos, esteve no Brasil em maio de 2009 para divulgar o filme “X-Men Origens: Wolverine”. Ele foi até o Parque Ecológico, onde passou mais de uma hora na companhia de Ronaldo. Os dois trocaram camisas e o ator chegou a vestir o uniforme do Corinthians, além de posar para fotos com outros jogadores. | |
| Lula O presidente não perdeu a oportunidade de ver os atletas de sua equipe de coração em uma passagem a São Paulo, que aconteceu em maio de 2009. Fanático pela equipe, Lula se encontrou com uma delegação liderada por Ronaldo, que também contou com o zagueiro William e o presidente Andrés Sanchez. O encontro terminou com atacante e o Presidente da República fazendo embaixadinhas com a cabeça. | |
| Rubens Barrichello Em fevereiro deste ano, o piloto Rubens Barrichello, corintiano fanático, esteve no Parque São Jorge. Ele estava acompanhado dos filhos Eduardo e Fernando, e o trio conheceu o memorial do clube além de se encontrar com os jogadores da equipe, que trabalhavam na sala de musculação. Rubinho conversou com Roberto Carlos e Ronaldo, seu antigo companheiro nas partidas de golfe. | |
| Maurício de Souza O cartunista Maurício de Souza visitou a equipe em março de 2009. O desenhista esteve no Parque Ecológico do Tietê e homenageou o atacante Ronaldo com um desenho especialmente feito para o jogador. O criador da “Turma da Mônica” aproveitou a passagem pelo clube para tirar fotos e pegar vários autógrafos dos atletas. |
Amigos Leitores, muitos aqui já devem ter visto AVATAR de James Cameron em 3D não é? Então, após assistir ao filme, na verdade dias depois, li notícias de que a ESPN iria transmitir a Copa do Mundo de 2010 na África, completamente em 3D. Comentando com nosso Colaborador Wilson Prodóscimo sobre isso e indagando o mesmo sobre necessidade de uma TV especial para tal fim, o mesmo me respondeu que acreditava na não necessidade de uma TV Plasma ou LCD especial para isso, que, segundo ele, aquilo que mandaria no 3D ou não seriam os Óculos Especiais para as imagens em terceira dimensão. Bem, não é que descubro que mais uma vez nosso amigo estava certo! Lendo o Blog da Revista Super Interessante, acho uma matéria, explicando tim tim por tim tim, a jogada da indústria para forçar você a comprar e ou trocar sua TV por uma TV nova e "100% compátivel com imagens 3D. Clique em Leia Mais... e confira a reprodução na integra do Post. ABRAÇOS!
Muitos dos Amigos Leitores aqui do DTUP devem concordar comigo que a nós seres humanos foi dado um grande poder, o Livre Arbitrio. Mas nem sempre o usamos da forma correta e unindo o mesmo a pessoas com uma inteligência acima da média, certamente teremos com isso, atos, ações e ou criações dignas de um monstro ou um gênio, se é que estão entendendo aquilo que quero dizer... Resumindo, essa notícia que vocês podem conferir clicando no link abaixo, é uma prova de que a inteligência usada para o bem, é a melhor forma de expressão do Livre Arbitrio. A notícia explica a criação de um engenheiro elétrico, que desenvolveu uma Bengala Eletrônica para ajudar aos deficientes visuais. Vale a pena dar uma clicada e conhecer um pouco mais sobre essa invenção! ABRAÇOS!

Amigos Leitores, esse post nasceu de uma conversa com nosso grande Colaborador Wilson, onde o mesmo me dizia ter visto no twetter, comentários sobre uma propaganda para a Faculdade IESB que tem como "estrelas" o Alfinete e o Zina do Panico na TV.

A cena: Paris, a “Cidade-Luz”, capital da França, exibindo suas aspirações e frutos de uma continuada e, ainda, efervescente Revolução Industrial e Cultural. O ano: 1906, o dia: 23 de outubro, às 16h45min; inúmeras pessoas, com os seus chapéus nas mãos, vibrando, acenando ao alto, extasiadas pelo que presenciavam, enquanto Santos Dumont cruzava, em vôo, o Campo de Bagatelle, com o seu Mais-Pesado-Que-o- Ar: o 14-Bis.
Este relato descreve, de forma sucinta, o motivo de comemorarmos em 23 de outubro, o Dia do Aviador. Porém, sua importância vai além de representar apenas a data magna da Aeronáutica – aqui entendida como a Ciência da Navegação Aérea – e da Força Aérea Brasileira. Essa data é carregada de inquestionável valor histórico; porém para desfilarmos seus motivos, torna-se imprescindível falarmos do ilustre brasileiro Alberto Santos Dumont.
Toda história teve início quando, aos 24 anos de idade, o jovem engenheiro de formação e ascendência francesa, Dr. Henrique Dumont conheceu a jovem Francisca de Paula Santos e, se casaram, a 6 de setembro de 1856, na cidade de Ouro Preto-MG.
Em 1872, o Dr. Henrique Dumont foi contratado para trabalhar na construção da Ferrovia Pedro II, posteriormente conhecida como Estrada de Ferro Central do Brasil, que ligaria o Rio de Janeiro a Minas Gerais, particularmente o trecho localizado na Serra da Mantiqueira.
Para não ficar longe da família, o Dr. Henrique trouxe sua esposa, os cinco filhos, instalando-se em uma casa próxima às obras, na Fazenda Cabangu, entre os Distritos de João Ayres e João Gomes; local onde nasceu, a 20 de julho de 1873, data em que o Dr. Henrique completava seus 41 anos, o sexto, dos oito filhos do casal, batizado como Alberto Santos Dumont.
Concluída as obras em 1875, a família Dumont mudou-se para a cidade de Valença-RJ e, posteriormente, em 1879, para Ribeirão Preto-SP, onde se estabeleceu na Fazenda Arindeúva, ocupando-se com plantio e beneficiamento de café, através da empresa Dumont Coffee Company.
Em 1891, Santos Dumont viajou com seus pais para Paris. Os dez últimos anos do século XX foram marcados por inúmeras evoluções tecnológicas, como o gramofone, a linotipia, a turbina a gás, o cinema e o cinerama.
O motor a gasolina, ou seja, de explosão, também conhecido como motor de combustão interna, era a sensação do momento, fazia o maior sucesso e, devido a isto, exposições da época mostravam-no em múltiplas versões e funcionando sob os mais variados princípios. Ao visitar uma dessas exposições, o então jovem Santos Dumont ficou fascinado, pois sempre se viu interessado em entender aquele mecanismo.
A família Dumont voltou para o Brasil e, juntamente, Alberto, mas não para ficar muito tempo, pois tinha em mente uma séria de idéias e concluíra que Paris seria o local ideal para colocá-las em prática.
Seu pai, que além de engenheiro era fazendeiro e abastado cafeicultor, fez todo o possível para facilitar o empreendimento do filho. Além de emancipá-lo com apenas 18 anos, deu-lhe, antecipadamente, sua herança, composta de ações e títulos de renda que lhe permitiram viver folgadamente e financiar, sem ajuda de terceiros, todas as suas experiências.
Em 1892, Santos Dumont voltou para Paris, disposto a aprender tudo sobre Mecânica e, em especial, sobre motores a explosão, objetivando colocar em prática um plano que vinha articulando desde criança.
Embora não primasse pela originalidade, o projeto era arrojado: consistia em criar um aparelho que permitisse ao homem voar, controlando o seu próprio curso.
Podemos acrescentar que, a passagem do século XIX, até, aproximadamente, os dez primeiros anos do século XX, marcou Paris com uma idéia e vontade fixa de grande parte da população: voar! Várias pessoas tentaram a proeza e tiveram um resultado final funesto, outras, com melhor sorte, apenas não obtiveram os resultados esperados. Muitos continuaram a tentar das mais diferentes maneiras.
Mas, até então, ninguém havia conseguido alçar vôo por seus próprios meios, manter-se no ar e, depois, retornar ao solo num aparelho dirigível, e era isso que Santos Dumont pretendia.
Na realidade, o projeto de Santos Dumont não era novo, pois já existiam balões.
Quando ainda menino, em Ribeirão Preto-SP, ele já ficava intrigado com os Sanhaços e Tico-Ticos que pousavam em seu quintal e depois ganhavam o ar, novamente, com a maior tranqüilidade, afinal – pensava ele – “as aves são pesadas e, se elas conseguem voar, por que não o homem?”.
O primeiro balão construído por Santos Dumont não tinha motor, dependia do vento para deslocarse, mas acrescentou muito, no que tange o emprego de materiais, até então nunca utilizados. Ao vê-lo, houve muitos parisienses duvidaram do bom senso de Santos Dumont. O balão “Brasil”, como foi batizado, era diferente dos outros modelos conhecidos, tinha o formato esférico e um invólucro com diâmetro inferior a 5 metros, com capacidade para 113 m3 de gás; seu peso era de 15 kg e, a rede, que em outros balões chegava a pesar 50 kg, no “Brasil” não passava de 1.800 gramas; a barquinha, que geralmente pesava mais de 30 kg em outros balões, agora limitava-se a 6 kg, e como não bastasse toda essa economia de peso, até a âncora foi substituída por um arpão de ferro.
Mesmo com todas as previsões pessimistas, por ocasião de seu primeiro vôo, o menor aeróstato do mundo ganhou altura valentemente, provando que Santos Dumont, embora estreante, sabia muito bem o que fazia em matéria de construção aeronáutica. O sucesso do “Brasil” foi somente o primeiro passo. A dirigibilidade dos balões era o que realmente interessava a Santos Dumont; porém, para chegar a ela, teria que utilizar balões com propulsão própria.
Santos Dumont aprofundou seus estudos, concentrando-se, principalmente, em Mecânica e em motor de combustão interna, pelo qual se viu impressionado à primeira vista, tornando-o objeto constante de suas pesquisas, na busca de um motor ideal para propelir um veículo aéreo, com as seguintes características: pouco peso, muita força e o uso de combustível líquido, por ser mais fácil de ser transportado. O objetivo foi alcançado em 1897, quando construiu um motor de dois cilindros e o adaptou a um triciclo.
Depois de muitos estudos e planejamento, mandou construir um balão que foi batizado como “Santos Dumont Nº 1”, o primeiro de uma série de balões com a forma de “charutos voadores motorizados”. O número foi colocado propositadamente, para diferenciá-lo dos outros que certamente viriam, com inclusão de outras melhorias técnicas.
O novo balão foi criticado pelos especialistas da época. Segundo comentários, a seda japonesa utilizada na confecção do invólucro não era um material adequado para ser inflado com hidrogênio, um gás altamente explosivo. Além disso, instalar um motor a gasolina debaixo de um balão construído desta forma seria um verdadeiro suicídio, pois os gases quentes do escapamento fatalmente incendiariam o invólucro, fazendo explodir o hidrogênio.
Mais uma vez Santos Dumont estava certo. A 20 de setembro de 1898, depois de uma tentativa frustrada, o brasileiro pioneiro da aviação subiu aos céus e alcançou a altura de 400 metros, no comando do peculiar veículo que concebera. Ao pousar no mesmo ponto de onde partiu, deu prova definitiva que é possível impulsionar e dirigir uma embarcação aérea, mesmo contra o vento, em condições de absoluta segurança. Estava concluída mais uma etapa da conquista dos ares, a Ciência da Navegação Aérea.
Aberto o caminho, faltava explorá-lo, e Santos Dumont lançou-se com afinco à tarefa, construindo um balão após outro e realizando com eles, toda sorte de experiências, as quais lhe permitiram desvendar, gradualmente, os mistérios da navegação em veículos mais-leves-que-o-ar.
A cada novo balão que construía, Santos Dumont acrescentava aperfeiçoamentos, cuja falta se fizeram sentir no modelo anterior e, assim, os seus aparelhos iam se tornando cada vez mais funcionais e seguros.
No ano de 1900, o milionário francês Henri Deustsch de la Meurth, entusiasta e mecenas da aviação, lançou um desafio aos construtores de dirigíveis: quem conseguisse partir do Campo de Saint-Cloud, fazer a volta em torno da Torre Eiffel e retornar ao local de partida, no prazo de trinta minutos, sem tocar ano solo, faria jus a um prêmio 125.000 francos.
Pilotando o seu mais recente balão, o “Nº 6”, Santos Dumont levantou vôo do Campo de Saint- Cloud, a 19 de outubro de 1901, em disputa do prêmio que recebeu o nome de seu idealizador: Deustsch.
Antes do fim do prazo estipulado estava de volta. Dos 125.000 francos, distribuiu 50.000 entre os seus mecânicos e auxiliares. A outra parte, 75.000, foi entregue à polícia parisiense para ajudar os necessitados; ao autor da façanha coube, apenas, a satisfação de ter demonstrado, diante de uma assistência oficial, que o dirigível era um veículo perfeitamente manejável e seguro. Ainda, por ocasião deste feito, somou-se um outro prêmio, conferido a Santos Dumont pelo governo do Brasil, constituído de uma medalha de ouro assinada pelo então Presidente da República (1898-1902), Dr. Manoel Ferraz de Campos Sales (1841-1913); acompanhada do prêmio, em espécie, de 100 contos de réis, equivalente, na época, a 125.000 francos.
Depois do “Nº 6”, Santos Dumont construiu vários outros balões: o “Nº 7”. Projetado e construído exclusivamente para corridas, era uma obra-prima de elegância: delgado, esguio, alcançava a velocidade de 80 km/h; entretanto, nunca chegou a competir, pois não apareceram concorrentes com disposição e capacidade para enfrentá-lo.
O “Nº 8” não existiu, pois Santos Dumont era bastante supersticioso, e evitava este número devido ao acidente ocorrido com o dirigível “Nº 5”, no dia 8 de agosto (oitavo mês do ano); então, em decorrência disto, saltou do 7 para o “Nº 9”.
O dirigível “Nº 9”, conferiu a Santos Dumont grande popularidade, pois abandonou sua antiga regra de segurança, passando a transportar pessoas de um lado para outro de Paris. Este gesto simpático, aliado à sua acanhada compleição física (1,50 m de altura e 50 kg), tornou-o carinhosamente conhecido como “Le Petit Santos”.
Para não ter de esvaziar os seus dirigíveis após cada vôo, em 1905 projetou e mandou construir um grande hangar, em Neuilly, Paris, que foi, aliás, o primeiro do mundo, onde recolhia seus “charutos voadores”, até a experiência seguinte, economizando tempo e dinheiro a ser gasto, com hidrogênio, para inflá-lo novamente.
O sucesso alcançado pelo “Nº 9” no transporte de pessoas, levou-o a projetar e construir um dirigível especialmente destinado para este fim. Surgiu, assim, o “Nº 10”, maior que todos os anteriores e chamado pelo próprio Santos Dumont de dirigível “Omnibus”. Seu invólucro tinha capacidade vinte vezes maior que a do primeiro balão, o “Brasil”, mas a potência de seu motor não ultrapassava 25 cavalos de força.
Já convicto da superioridade do veículo mais-pesado-que-o-ar sobre o balão dirigível, assim como todos os aeronautas da época, Santos Dumont passou a estudar a constituição física dos pássaros, o formato dos seus corpos e os movimentos que as aves faziam durante o vôo.
Depois de empreender catorze projetos, alguns não tendo apresentado os resultados esperados, além de passar dezenas de horas em vôo, Santos Dumont concluiu que os aeróstatos – forma genérica que designava os balões e os dirigíveis – eram lentos demais e, que para vencer a resistência do ar e voar mais depressa, teria que criar um aparelho mais pesado que o ar.
Então, Santos Dumont assim o fez: planejou, construiu o seu “Mais-Pesado-Que-o-Ar” e iniciou uma série de testes, que incluíram verificação de eficiência, comportamento no ar e estabilidade, feito por intermédio de um cabo de aço esticado entre dois postes e, após içar seu engenho, fê-lo deslizar sobre aquele, puxado por dois burrinhos.
Cauteloso e prudente que era, Santos Dumont não quis levantar vôo, correndo riscos; entretanto, apesar de suas limitações, o balão ainda era o meio de transporte aéreo mais seguro que existia, de modo que o inventor aproveitou esta qualidade num aparelho misto, apenas para fins experimentais. Consistia no conjunto composto pelo dirigível “Nº 14”, ao qual foi atrelado o seu novo engenho, uma aeronave feita de bambu, com ligas, interseções e cantoneiras de alumínio, revestimento de seda japonesa e, com as seguintes medidas: 11,5 metros de envergadura (medida das asas, tomada de uma ponta à outra), 10 metros de comprimento e 290 kg. Este conjunto foi denominado pelos amigos e pessoas que costumavam assistir às experiências de Santos Dumont, de 14-Bis.
Mesmo tendo em mente o caráter provisório do conjunto, Santos Dumont o manteve, pois enquanto o balão “Nº 14” erguia o aeroplano, evitava acidentes e protegia de possíveis falhas durante a decolagem, aterrissagem e o mantinha no ar, permitindo que fossem realizados os testes de comportamento em vôo, sem riscos de queda.
Em julho de 1906, o aeroplano de Santos Dumont foi emancipado do balão “Nº 14”, porém seu nome permaneceu: 14-Bis; ocorrendo após isto, seus primeiros testes. Pouco depois, seu construtor o inscreveu para disputar o Prêmio Archdeacom.
Ernest Archdeacom, aficionado da aviação, estabeleceu um prêmio, no valor de 3.000 francos para o piloto que conseguisse voar 25 metros, com um aparelho mais-pesado-que-o-ar. O Aeroclube da França acrescentou mais 1.500 francos, como prêmio, para o piloto que conseguisse cobrir a distância de 100 metros em vôo.
Ficou estabelecida a manhã do dia 23 de outubro de 1906, para a realização da prova do concurso.
Apenas Santos Dumont se apresentou, juntamente com o seu 14-Bis; porém, como o aeroplano teve problemas de ordem mecânica em seu trem-de-pouso, nos momentos que antecederam a prova; esta foi adiada para a parte da tarde e, até lá, Santos Dumont empreendeu todos os seus esforços nos reparos de seu avião, não parando nem mesmo para almoçar.
Chegada a tarde e, já tendo executado os ajustes necessários, Santos Dumont e o 14-Bis, realizaram o feito. Grande multidão que se encontrava no Campo de Bagatelle, assistiu à conquista do Prêmio Archdeacom, quando o 14-Bis, depois de tomar embalo e percorrer, em vôo, 60 metros a 80 centímetros do solo.
Era a primeira vez, diante de uma comissão oficialmente constituída – a Comissão Fiscalizadora do Aeroclube da França – que um aparelho mais-pesado-que-o-ar se elevava do solo e tornava a descer, depois de ter cumprir um percurso previamente determinado, sem recorrer a outros meios, além de sua própria força motriz.
A imprensa mundial aclamou a vitória do brasileiro e, a partir de então, Santos Dumont tornou-se tema de noticiários e comentários em toda a Europa. Logo, porém, apareceram descrentes de sua façanha, alegando ter sido, o vôo do 14-Bis, um “salto”. A estes, Alberto Santos Dumont respondeu no mês seguinte, a 12 de novembro, ao conquistar, também, o prêmio oferecido pelo Aeroclube da França e, desta vez, não deixou margem para dúvidas: dos seus 24 cavalos de seu motorzinho, o 14-Bis cruzou, novamente, no céu, a distância de 220 metros, erguendo-se à altura de 6 metros. Inaugurando assim, de forma inequívoca e definitiva, a Centenária Era da Aviação.
Amigos Leitores, em tempo de crise financeira e vacas magras para alguns, sempre existem aquelas pessoas ou empresas que conseguem remar, e bem, contra a maré, e esse parece ser o caso do gigante GOOGLE. A empresa anunciou essa semana seus resultados financeiros para o 3o trimestre, teve receitas de U$5,94 bilhões e lucro operacional sem impostos de U$2,39 bilhões, assim colocando o lucro/ação em U$5,89. Os resultados foram acima do que os analistas esperavam (U$4,23bi, U$2,28bi e U$5,39 respectivamente). E ainda por cima, declararam que não vão pagar os lucros em dividendos, mas sim guardar os "obama$" no banco da empresa! Cifras essas, especuladas em meros U$ 22 bilhões. Resumindo... Quem pode pode, quem não pode, bem, melhor deixar prá lá! Abraços!
Amigos Leitores, parece que o amigo
Amigos Leitores, segundo essa noticia, que reproduzo na integra
Amigos Leitores, em Semana de GP Brasil de Fórmula 1,
É isso mesmo Amigos Leitores, segundo uma nota que eu li no Site da Info, o VASIMIR foguete movido a plasma, seria capaz de chegar a Marte em apenas 39 dias, enquanto um foguete convencional leva cerca de seis meses.SÃO PAULO – Movido a plasma, o VASIMIR seria capaz de chegar a Marte em apenas 39 dias, enquanto um foguete convencional leva cerca de seis meses.
Desenvolvido pela Ad Astra Rocket, uma empresa privada do Texas, Estados Unidos, o protótipo, sigla para Variable Specific Impulse Magnetoplasma Rocket, promete reduzir significativamente o tempo das viagens no espaço – o que, em missões humanas, significa menos tempo de exposição à radiação.
O gás utilizado no foguete pode ser aquecido a temperaturas mais altas que o combustível porque é convertido em plasma. “Isso significa que removemos um átomo de cada componente, que fica separado” explica Tim Glover, diretor de desenvolvimento da Ad Astra. “O plasma é como uma sopa com os íons carregados em um monte de elétrons. O gás fica, portanto, contido em um campo magnético. A melhor diferença é que a exaustão é feita dez vezes mais rápido que com combustíveis comuns”, diz.
Esse aquecimento é feito como em um micro-ondas, porém com uma freqüência similar à utilizada pelas rádios.
Ao contrário do que possa parecer, a diferença do foguete de plasma para o convencional em uma viagem a Marte não é a velocidade, mas sim o caminho e o volume ocupado pelo combustível. “As naves atuais fazem um semi círculo para chegar ao planeta, enquanto que com o VASIMIR poderíamos ir em linha reta”, diz Glover. Isso porque os foguetes comuns não podem carregar combustível o suficiente para a viagem, pois a quantidade é grande demais para caber em uma nave. Eles usam seu propelente por 20 ou 30 minutos e depois aproveitam o embalo, a gravidade e a ausência de resistência do ar no espaço para chegar a seu objetivo.
“Imagine como num jogo pinball, onde você dá uma força inicial e a bola continua até atingir os obstáculos” compara Glover. Já com o foguete de plasma não há necessidade de desligar os motores. Como o gás ocupa muito menos espaço, é possível manter a mesma velocidade de arranque durante o trajeto inteiro e, assim, ir em linha reta até Marte.